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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

17 pessoas são detidas por práticas criminosas durante a manifestação


A atuação criminosa dos black blocs atrapalhou o legítimo direito de manifestação dos demais.

Durante a passeata, criminosos infiltrados, armados com escudos, paus, rojões e outros instrumentos, passaram a praticar agressões, vandalismo e danificar propriedade pública e privada, inclusive atirando pedras contra policiais.

Foi necessária a atuação da Polícia Militar para impedir que as agressões e destruições prosseguissem. Três PMs foram feridos por pedras atiradas por black blocs. Ao todo, 17 pessoas foram detidas por práticas criminosas. Um artefato explosivo foi apreendido com um deles.

Três agências foram danificadas. Um carro da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), um da SPTrans e duas viaturas da PM foram depredados.

A Polícia Militar estima que 3 mil pessoas tenham participado da manifestação.







segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Tribunal de SP aplica Lei Maria da Penha em caso de violência contra transexual



Desembargadora considerou que a lei deve ser interpretada de forma ampla, sem ferir o princípio da dignidade da pessoa humana

A 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou nesta segunda-feira (19) que medidas previstas na Lei Maria da Penha sejam aplicadas em favor de uma transexual ameaçada pelo ex-companheiro. Segundo a decisão, o homem não poderá se aproximar nem entrar em contato com a vítima, seus familiares e testemunhas do processo.

De acordo com o TJ, a vítima informou que manteve relacionamento amoroso por cerca de um ano com o homem. Após o fim da relação, ele passou a ofendê-la e ameaçá-la. A transexual então registrou boletim de ocorrência e pediu medidas de proteção à Justiça.

O pedido foi negado pelo juiz de primeiro grau, sob justificativa de que a vítima pertencia biologicamente ao sexo masculino, fora do campo de ação da Lei Maria da Penha.

Na segunda instância, em julgamento de mandado de segurança, a desembargadora Ely Amioka, relatora do caso, considerou que a lei deve ser interpretada de forma ampla, sem ferir o princípio da dignidade da pessoa humana.

“A expressão 'mulher', contida na lei em apreço, refere-se tanto ao sexo feminino quanto ao gênero feminino. O primeiro diz respeito às características biológicas do ser humano, dentre as quais a impetrante não se enquadra, enquanto o segundo se refere à construção social de cada indivíduo, e aqui a impetrante pode ser considerada mulher”, afirmou a desembargadora.

“É, portanto, na condição de mulher, ex-namorada, que a impetrante vem sendo ameaçada pelo homem inconformado com o término da relação. Sofreu violência doméstica e familiar, cometida pelo então namorado, de modo que a aplicação das normas da Lei Maria da Penha se fazem necessárias no caso em tela, porquanto comprovada sua condição de vulnerabilidade no relacionamento amoroso”, acrescentou.

Além da relatora, o julgamento teve participação dos desembargadores Sérgio Coelho e Roberto Solimene. A decisão foi por maioria de votos.


quarta-feira, 21 de maio de 2014

MUSICOS FAZEM PETIÇÃO ELETRONICA PEDINDO AUDITORIA DO SINDMUSSP



MÚSICOS FAZEM PETIÇÃO ELETRÔNICA PEDINDO AUDITORIA DO SINDICATO DOS MÚSICOS EM SÃO PAULO

Músicos de todo o estado e outras regiões estão se mobilizando para solicitar junto à Procuradoria Geral da República, uma auditoria junto ao Sindicato dos Músicos do Estado de São Paulo – SINDMUSSP.
A mobilização começou a partir de suspeitas de irregularidades não questionadas pela nova Diretoria após assumir a entidade. Foram encontradas provas de que aproximadamente R$4,3 milhões entraram no caixa do Sindicato, que agora passa por dificuldades financeiras e a nova diretoria até agora não se manifestou em cobrar da justiça explicações para os antigos dirigentes, nem tampouco prestou contas dos gastos efetuados até o momento.
O SINDMUSSP ficou sob o comando do Ex-Presidente da Ordem dos Músicos do Brasil, Dr. Wilson Sandoli, acusado de desvios de dinheiro entre outras arbitrariedades, durante 40 anos, causando repúdio popular por parte de músicos profissionais e trabalhadores.
Quem tiver interesse em assinar a petição para pedir Auditoria no SINDMUSSP pode acessar a página no seguinte endereço: